quarta-feira, 1 de maio de 2019

Windsurf Café... Onde ir sozinha, acompanhada, em grupo ou em família


Há algum tempo que não vou lá, mas desde os 20 e tal anos que é um dos meus sítios preferidos na Linha de Cascais: WindSurf Café. Já lá estive sozinha, acompanhada, em grupo, com família... É sempre agradável!

Fica na Praia de Carcavelos e é um dos muitos cafés/restaurantes que por ali existem. Ao contrário de outros, este está aberto o ano inteiro, sendo, por isso, uma escolha segura para aqueles dias bonitos de inverno que calham mesmo bem para ir matar saudades do mar.

Há refeições para vários gostos, mais ou menos ligeiras, mas regra geral boas e, para quem tem miúdos, a praia mesmo ali ao pé torna-se num sítio fácil para eles poderem brincar enquanto se goza o momento.

Está aberto todos os dias das 10h00 às 2h00, o que significa que tanto dá para ir tomar pequeno-almoço, almoçar, lanchar, tomar café, jantar ou ir beber um copo. Os preços são razoáveis, dentro do género à beira-mar (no site do WindSurf Café consegue-se ficar com uma noção dos preços).

Uma das minhas sobremesas preferidas é a tarte de maçã merenguada. É fantástica e pode-se encomendar para levar. 

Tem estacionamento perto, mas é concorrido, sobretudo no verão, como já seria de esperar.

A imagem pode conter: céu, comida e ar livre
Foto: WindsurfCafé/Facebook

quinta-feira, 2 de março de 2017

Carnaval o ano inteiro, for the kids fun

A fechar a época do Carnaval venho sugerir algo: e se se prolongasse a festa o resto do ano?

Há já uns largos meses, “descobri” que os filhos de um colega meu, pai de uma família numerosa, tinham como uma das suas brincadeiras preferidas um baú com disfarces e que passavam horas a vestir-se de princesas ou piratas e a brincar, usando (quase) só a sua imaginação.

Ora, terminada esta época de Carnaval lembrei-me desta revelação… E pensei cá para mim: “E se em vez de enterrar os fatos de Capitão América e Hulk numa caixa na arrecadação, criasse o nosso baú dos disfarces?”.

E se bem pensei, melhor fiz. Desocupei uma das caixas de brinquedos debaixo da cama do meu filho mais velho e inaugurei o baú. Para já, só tem as máscaras deste ano mas pretendo ir buscar também o disfarce de Batman e Robin do ano passado. Posso também levar uma máscara de palhaço e quem sabe se não arranjo uma de pirata pelo caminho.

Perguntei aos meus filhos se achavam boa ideia e eles aplaudiram com muita satisfação. Espero que lhes venham a dar uso, para ser mais uma saudável alternativa aos tablets, consolas e afins…


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Relação amor/ódio com os ecrãs

Confesso que, desde que sou mãe, tenho uma relação amor/ódio com as tecnologias.
Eu, enquanto ser individual, gosto de estar na net, nas redes sociais, de jogar. Mas não troco por um passeio, por um belo convívio, por falar com seres humanos. Mas isso sou eu que sou crescida.

Já os meus filhos, ainda são pequenos, não sei se conseguirão ter esse discernimento e percebo que são crianças que gostam de ecrãs.

No início, eu e o pai das crianças dávamos acesso relativamente livre. Depois percebemos que não era boa política e arrepíamos caminho.

Eu não defendo "acesso zero". As tecnologias estão aí para ficar e eles têm de aprender a lidar com elas, têm de saber respeitar limites, regras e têm de entender que há tempo para tudo: para jogar, para dormir, para esfolar joelhos a brincar na rua, para brincar com os primos, para dormir....

Receios e dúvidas à parte, há um site que me parece muito engraçado: o Tubezito.

A ideia é óptima. Um pai português que a dada altura assustou-se com os riscos que os filhos corriam a ver vídeos no youtube se calhasse carregarem nalgum link para um conteúdo não apropriado à idade.

Então criou este site com conteúdos todos em português (alguns com sotaque do Brasil), tudo sem qualquer botão que permita que a criança vá parar a algum conteúdo externo.

No Tubezito estão (quase) todos os conteúdos que as crianças gostam: as músicas e as séries que passam nos principais canais de televisão dirigidos a crianças mas também conteúdos didácticos, por exemplo, para aprender as letras e as cores.

O pai viu o entusiamo dos filhos e pensou que talvez fosse útil para outros pais e decidiu, em Dezembro de 2016, colocar ao dispor de todos a sua criação. Um sucesso! Num mês já tinha 150 mil utilizadores e mais de um milhão de visualizações.

Foto: Tubezito

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Praia e Dinossauros! Viva a Lourinhã

Nestes dias em que por vezes a chuva dá umas tréguas apetece ir matar as saudades do verão e das brincadeiras na areia. Por isso, no fim-de-semana fomos até à Lourinhã num programa que juntou várias vertentes: praia e dinossauros!

Sem pressas, saímos de Lisboas ai pelas 11h00. Fomos directos à Praia da Areia Branca onde almoçámos umas belas amêijoas e um peixinho de mar grelhado com vista para o areal, no restaurante Foz. Os miúdos brincaram e correram pela areia até à hora de vir para mesa.

O restaurante é confortável, com um serviço simpático e preços aceitáveis.

Depois fomos até à Lourinhã, ao Museu dos Dinossauros. O museu é muito simples e não é grande mas tem ossos e esqueletos de dinossauros para poder impressionar as crianças e dar-lhes a informação que conseguem assimilar.

O que fez mais sucesso junto dos meus rapazes (6 e 4 anos) foi a caixa de areia com “fósseis” de dinossauros ai enterrados e os devidos instrumentos para eles fazerem as suas descobertas. Estiveram muito tempo ai entretidos enquanto os adultos conseguiram ver com calma o conteúdo do museu.

Acabámos a visita ai pelas 17h00 e chegámos a Lisboa uma hora mais tarde, a hora ideal para os preparativos de fim de dia e de nova semana de trabalho e escola.

O Museu da Lourinha fica no centro da vila, na Rua João Luis de Moura, 95. Está aberto o ano inteiro emtre as 10h00 e as 13h00 e depois das 14h30 às 18h00 (em Julho e Agosto está aberto até às 18h30). O preço dos bilhetes varia entre os 2 e os 4€ (acresce um euro se optar pela visita guiada) e as crianças até aos cinco anos (inclusivé) não pagam.


Foto: Emblemática rotunda dos dinossauros na Lourinhã

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Leo DiCaprio e o documentário sobre alterações climáticas

O actor Leonardo Di Caprio lançou, em conjunto com a  National Geographic, "Before the Flood", um documentário sobre alterações climáticas. Ainda não vi o filme todo, apenas os 10 primeiros minutos, mas já foi o suficiente para sentir a vontade de fazer algo. Mas o que é que eu posso fazer? Pouco... Mas se todos fizermos pouco, já será alguma coisa.

Eu não sou, não consigo, nem pretendo ser radical mas é importante estar alerta e fazer o que está ao nosso alcance.

Se pudermos (quem puder) comprar limões portugueses, ainda que um pouco mais caros, porque é que havemos de comprar limões argentinos que trazem consigo o peso do transporte de um lado do oceano para o outro?

Se pudermos comprar alimentos bio, além dos benefícios para a saúde de quem os vai consumir, também vamos estar a zelar pela qualidade dos terrenos onde os bens alimentares são produzidos.

Se podemos fazer em casa, porquê comprar? Ainda no outro dia cai nesse erro. Quis levar um salame de chocolate para um convívio da sala do meu filho. Com a pressa do dia-a-dia acabei por comprar. Ficou a pesar-me na consciência. Só precisava de ter arranjado uma meia hora e teria feito em casa.

Poupar o que temos, reutilizar o possível, investir em energias não poluentes, tentar não ceder a este espírito de tudo se compra, tudo se deita fora, tudo se volta a comprar.... Ah, e muito importante, passar esses ensinamentos aos filhos.

P.S.: Não gosto particularmente do Leonardo DiCaprio. Mas reconheço que, tal como muitos outros de Hollywood, seria mais simples não dar a cara por luta nenhuma. Gosto de pessoas que como ele, a Angelina Jolie, o Bono Vox e felizmente muitos outros usam a sua fama para fazer passar mensagens importantes!




domingo, 30 de outubro de 2016

Uma delícia de loja

Este sábado tive uma folga dos meus filhos (obrigada Mamã) e resolvi ir visitar uma loja que há muito pensava nela. A Maria Granel, em Alvalade.

É fantástica! Uma apresentação impecável, tudo produtos biológicos, grande parte portugueses. Dá vontade de ser uma daquelas fadas do lar que tem horas infinitas para gastar na cozinha e comprar as mil e e uma sementes, frutos desidratados, massas, arroz, leguminosas, cogumelos, algas, legumes desidratados, frutos secos, chocolates, ervas aromáticas, condimentos.... É um mundo sem fim!

A loja, não sendo propriamente baratíssima, também não é incomportável. Eu acabei por sair de lá com um preparado para risotto de cogumelos e duas espécies de cogumelos desidratados. Gastei, no total, pouco mais de 7 euros.

Cheguei a casa, aqueci água na cafeteira eléctrica e verti sobre sobre os cogumelos secos e esperei uns 20 minutos. Noutro tacho, fiz o risotto, usando a água dos cogumelos como caldo. Ficou óptimo! Teria dado tranquilamente para três ou quatro pessoas.

O conceito da loja é fantástico. Apela ao desperdício zero, alimentos bons, saudáveis e de produção sustentável. A loja abriu há cerca de um ano. Desejo que seja um sucesso!

A Maria Granel fica na Rua José Duro, número 22, por trás do Mercado de Alvalade.
Está aberta de segunda a sábado, das 10h00 às 19h00.



segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Rir a bom rir num teatro infanitl!

Depois de um longo tempo de ausência, estou de volta!

Este fim-de-semana fui ver uma peça de teatro infantil. Fui ver ao Museu do Teatro, no Lumiar, mas a interpretação da mesma é da responsabilidade da Companhia Cativar.

Fantástica! A peça era a tradicional Carochinha mas adaptada aos tempos modernos e com pormenores muito giros. A dupla de actrizes é óptima, a sala é pequenina o que ajuda a envolver os pequeninos e o cenário, embora simples, está pensado ao pormenor!

Foi a primeira vez que vi um peça desta companhia mas espero que não seja a última. Na página da Cativar está disponível a programação, têm peças para todas as idades (dos 18 meses aos 8 anos). Ah... e fazem também festas de anos.

O Museu do Teatro fica no Paço do Lumiar.

A sessão de teatro foi no domingo, às 11h40 e os bilhetes custaram 6€ cada um (crianças e adultos, todos pagam).

Foto: Cativar