O actor Leonardo Di Caprio lançou, em conjunto com a National Geographic, "Before the Flood", um documentário sobre alterações climáticas. Ainda não vi o filme todo, apenas os 10 primeiros minutos, mas já foi o suficiente para sentir a vontade de fazer algo. Mas o que é que eu posso fazer? Pouco... Mas se todos fizermos pouco, já será alguma coisa.
Eu não sou, não consigo, nem pretendo ser radical mas é importante estar alerta e fazer o que está ao nosso alcance.
Se pudermos (quem puder) comprar limões portugueses, ainda que um pouco mais caros, porque é que havemos de comprar limões argentinos que trazem consigo o peso do transporte de um lado do oceano para o outro?
Se pudermos comprar alimentos bio, além dos benefícios para a saúde de quem os vai consumir, também vamos estar a zelar pela qualidade dos terrenos onde os bens alimentares são produzidos.
Se podemos fazer em casa, porquê comprar? Ainda no outro dia cai nesse erro. Quis levar um salame de chocolate para um convívio da sala do meu filho. Com a pressa do dia-a-dia acabei por comprar. Ficou a pesar-me na consciência. Só precisava de ter arranjado uma meia hora e teria feito em casa.
Poupar o que temos, reutilizar o possível, investir em energias não poluentes, tentar não ceder a este espírito de tudo se compra, tudo se deita fora, tudo se volta a comprar.... Ah, e muito importante, passar esses ensinamentos aos filhos.
P.S.: Não gosto particularmente do Leonardo DiCaprio. Mas reconheço que, tal como muitos outros de Hollywood, seria mais simples não dar a cara por luta nenhuma. Gosto de pessoas que como ele, a Angelina Jolie, o Bono Vox e felizmente muitos outros usam a sua fama para fazer passar mensagens importantes!
Gosto de sítios onde posso estar à vontade com a família e os amigos e gosto de partilhar os sítios de que gosto.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
domingo, 30 de outubro de 2016
Uma delícia de loja
Este sábado tive uma folga dos meus filhos (obrigada Mamã) e resolvi ir visitar uma loja que há muito pensava nela. A Maria Granel, em Alvalade.
É fantástica! Uma apresentação impecável, tudo produtos biológicos, grande parte portugueses. Dá vontade de ser uma daquelas fadas do lar que tem horas infinitas para gastar na cozinha e comprar as mil e e uma sementes, frutos desidratados, massas, arroz, leguminosas, cogumelos, algas, legumes desidratados, frutos secos, chocolates, ervas aromáticas, condimentos.... É um mundo sem fim!
A loja, não sendo propriamente baratíssima, também não é incomportável. Eu acabei por sair de lá com um preparado para risotto de cogumelos e duas espécies de cogumelos desidratados. Gastei, no total, pouco mais de 7 euros.
Cheguei a casa, aqueci água na cafeteira eléctrica e verti sobre sobre os cogumelos secos e esperei uns 20 minutos. Noutro tacho, fiz o risotto, usando a água dos cogumelos como caldo. Ficou óptimo! Teria dado tranquilamente para três ou quatro pessoas.
O conceito da loja é fantástico. Apela ao desperdício zero, alimentos bons, saudáveis e de produção sustentável. A loja abriu há cerca de um ano. Desejo que seja um sucesso!
A Maria Granel fica na Rua José Duro, número 22, por trás do Mercado de Alvalade.
Está aberta de segunda a sábado, das 10h00 às 19h00.
É fantástica! Uma apresentação impecável, tudo produtos biológicos, grande parte portugueses. Dá vontade de ser uma daquelas fadas do lar que tem horas infinitas para gastar na cozinha e comprar as mil e e uma sementes, frutos desidratados, massas, arroz, leguminosas, cogumelos, algas, legumes desidratados, frutos secos, chocolates, ervas aromáticas, condimentos.... É um mundo sem fim!
A loja, não sendo propriamente baratíssima, também não é incomportável. Eu acabei por sair de lá com um preparado para risotto de cogumelos e duas espécies de cogumelos desidratados. Gastei, no total, pouco mais de 7 euros.
Cheguei a casa, aqueci água na cafeteira eléctrica e verti sobre sobre os cogumelos secos e esperei uns 20 minutos. Noutro tacho, fiz o risotto, usando a água dos cogumelos como caldo. Ficou óptimo! Teria dado tranquilamente para três ou quatro pessoas.
O conceito da loja é fantástico. Apela ao desperdício zero, alimentos bons, saudáveis e de produção sustentável. A loja abriu há cerca de um ano. Desejo que seja um sucesso!
A Maria Granel fica na Rua José Duro, número 22, por trás do Mercado de Alvalade.
Está aberta de segunda a sábado, das 10h00 às 19h00.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Rir a bom rir num teatro infanitl!
Depois de um longo tempo de ausência, estou de volta!
Este fim-de-semana fui ver uma peça de teatro infantil. Fui ver ao Museu do Teatro, no Lumiar, mas a interpretação da mesma é da responsabilidade da Companhia Cativar.
Fantástica! A peça era a tradicional Carochinha mas adaptada aos tempos modernos e com pormenores muito giros. A dupla de actrizes é óptima, a sala é pequenina o que ajuda a envolver os pequeninos e o cenário, embora simples, está pensado ao pormenor!
Foi a primeira vez que vi um peça desta companhia mas espero que não seja a última. Na página da Cativar está disponível a programação, têm peças para todas as idades (dos 18 meses aos 8 anos). Ah... e fazem também festas de anos.
O Museu do Teatro fica no Paço do Lumiar.
A sessão de teatro foi no domingo, às 11h40 e os bilhetes custaram 6€ cada um (crianças e adultos, todos pagam).
Este fim-de-semana fui ver uma peça de teatro infantil. Fui ver ao Museu do Teatro, no Lumiar, mas a interpretação da mesma é da responsabilidade da Companhia Cativar.
Fantástica! A peça era a tradicional Carochinha mas adaptada aos tempos modernos e com pormenores muito giros. A dupla de actrizes é óptima, a sala é pequenina o que ajuda a envolver os pequeninos e o cenário, embora simples, está pensado ao pormenor!
Foi a primeira vez que vi um peça desta companhia mas espero que não seja a última. Na página da Cativar está disponível a programação, têm peças para todas as idades (dos 18 meses aos 8 anos). Ah... e fazem também festas de anos.
O Museu do Teatro fica no Paço do Lumiar.
A sessão de teatro foi no domingo, às 11h40 e os bilhetes custaram 6€ cada um (crianças e adultos, todos pagam).
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| Foto: Cativar |
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Euro 2016: meninos que aprendem o hino e exemplos que marcam
Deste Europeu fica-me o imenso orgulhos de nos ver campeões
europeus e a felicidade de ver uma nação em festa, mas também outras coisas.
Gosto que os meus filhos tenham aprendido o hino de Portugal
e que aprendessem a torcer pelo nosso país. :)
E fiquei a admirar ainda mais Cristiano Ronaldo e Fernando Santos.
Também gostei de descobrir Renato Sanches.
Não vou falar das qualidades desportivas de nenhum deles,
não percebo nada disso.
Renato Sanches revelou-se um miúdo com cabeça, pelo menos na
forma como falou naquele que terá sido até ao momento o seu expoente máximo
profissional. Mas ele ainda é muito novo, tem muito que crescer, como qualquer
miúdo de 18/19 anos. Esperemos que consiga enveredar por um caminho bom. Tem
ali na equipa das quinas bons exemplos…. Por exemplo, o capitão.
De Cristiano Ronaldo fiquei impressionado com a entrega,
evidentemente expressas nas lágrimas que chorou. O homem é um exemplo de
trabalho. Fossemos todos como eles, cada um na sua área profissional, e
Portugal não teria os problemas económicos e financeiros que tem. Gosto do lado
criança do Ronaldo, que se irrita, que protesta e quase derruba o seu treinador
nos últimos minutos de jogo da final. Gosto do lado líder do Ronaldo, capaz de
incentivar os colegas. Aquele “que se foda” tem muito que se lhe diga. Gosto do
lado humano de quem parece ter sempre paciência e gratidão para tirar mais uma
fotografia com alguém que o admira. O homem não foi sempre assim mas tem que se
reconhecer que soube crescer muito bem. Ah mas tem muito dinheiro… Pois tem e
claro que ajuda, mas também outros o têm e não se fizeram assim. O uso que damos
aos nossos recursos diz muito de nós.
E depois Fernando Santos. Aquela fé aparentemente inabalável
intriga-me e invejo-a para mim. Gostaria de ter as certezas que ele tem. Talvez
um dia consiga alcançá-la.
domingo, 24 de abril de 2016
Jardim de Budas gigantes para delícia dos mais pequenos
Há umas semanas, ainda fazia algum frio e chovia um pouco, fomos passear ao Bombarral, ao Bacalhoa Buddha Eden. É um belo programa para fazer com os miúdos. Fica a apenas a uma hora de Lisboa e com bons acessos (pela A8) e é um bom dia bem passado.
Chegámos lá quase em cima da hora de almoço. Já se sabe que isto de sair com os miúdos é sempre uma batalha para pôr o comboio em marcha a horas decentes. Fomos directos à cafetaria. Tem refeições quentes, com sopa, a preços razoáveis e, caso os miúdos não sejam comilões, dá para partilhar os menus de adulto com eles.
Depois lá fizemos um compasso de espera para irmos no comboio que partia às 14h00. Os miúdos gostam sempre de andar no comboio, mas na realidade o recinto não é assim tão grande que seja preciso.
Basicamente o que se faz aqui é passear e explorar os recantos do jardim com belíssimas peças de escultura de moderna. Tem relvados extensos, lagos, escadas, esculturas gigantes, tudo óptimos cenários para tirar daquelas fotografias fofinhas com os miudos, para mais tarde recordar! E se os miúdos já não forem assim muito pequenos até dá para passear como se só estivessem dois, pois o espaço é amplo e dá para manter um olho nos miúdos enquanto correm por onde lhes apetece. É mesmo um dia bem passado!.
O Buddha Eden está aberto todos os dias das 9h00 às 18h00. As crianças até aos 12 anos não pagam entrada, os adultos pagam 3€. Se quiserem andar no comboio, o bilhete custa 3€ por pessoa (crianças também pagam).
A morada exacta é Quinta dos Loridos, 2540-480, Bombarral. Quem for pela A8 saí-se na saída número 12 (Carvalhal/Delagada). O Buddha Eden fica a três kms da saída.
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| Foto: Facebook do Bacalhoa Buddha Eden |
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Legumes e frutas fresquinhos em casa... até parece que vivo no campo!
E ao décimo segundo post falo-vos do Sr. Fulgêncio. O ano passado,
em Setembro, decidimos lá em casa aderir ao esquema dos cabazes de frutas e
legumes. Escolhemos o Prove e não podia estar mais satisfeita.
O Prove não leva a casa mas para mim é como se fosse com entrega ao
domicílio, pois o Sr. Fulgêncio leva o cabaz até ao trabalho do meu marido e
depois o marido leva para casa. :)
Tem sido óptimo, não só porque os legumes e as frutas têm de facto outro sabor mas também porque me têm obrigado a reinventar as ementas lá de casa. Por exemplo, nunca tinha feito couve-flor gratinada nem beringelas recheadas. Não é nada de extraordinário mas até estes legumes me terem aparecido lá em casa nunca me tinha apetecido levá-los da prateleira do supermercado.
Outra vantagem do Prove... Senti grande alívio do stress diário "ai tenho de ir ali ao supermercado num instante porque falta qualquer coisa para o jantar" e tem-me obrigado também a planear mais a médio prazo as refeições lá de casa (mas ainda estou longe da perfeição das ementas semanais).
O cabaz de legumes tem apenas uma desvantagem: no dia em que chegam às vezes não apetece estar a arranjá-los para congelar (lá em casa é preciso congelar, pois não conseguimos consumir tudo em tempo útil). Mas, uma vez feita essa tarefa, não há como ter tudo no congelador prontinho a ir para a panela.
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| Foto: João Palma |
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Café no Chiado com ar de Europa Central
Trabalho no Chiado, mas não será por muito tempo... A minha empresa vai mudar de instalações para outra ponta da cidade. Eu sou favorável à mudança, sou das poucas que está satisfeita com a nova localização, mas claro que terei algumas saudades deste fabuloso coração de Lisboa.
Por aqui há sítios fantásticos que nos fazem descansar um pouco da loucura do dia-a-dia. Para mim, um desses sítios é o Tartine. Não tem vista bonita sobre o Tejo
Aviso já... Não é propriamente o sítio mais barato. Por exemplo, no outro dia fui lá almoçar apenas uma sopa e um risotto de tomate com filetes (que é como quem diz filetes com arroz de tomate) e a conta ficou logo perto dos 15€. No entanto, sempre que lá vou, venho satisfeita. Risottos, massas, bolos e pão, não há nada que alguma vez tenha comido lá que não me tenha tenha ficado na memória gostativa.
O espaço está bem decorado, recorrendo a madeira e iluminação simpática. Pode parecer uma tontice, mas quando vou ao Tartine, sobretudo naquelas tardes de inverno cinzentas, sinto-me num café do centro da Europa.
O sítio não é muito kids friendly. Logo à entrada tem escadas e percebe-se pelo ambiente que ali é espaço de adultos, para apreciar o que se come, a companhia ou o sossego de ler uma revista enquanto se espera.
O Tartine fica na Rua Serpa Pinto, nº 15. Está aberto de segunda a sexta-feira das 8h00 às 20h00 e aos fins-de-semana e feriados das 10h00 às 20h00.
Por aqui há sítios fantásticos que nos fazem descansar um pouco da loucura do dia-a-dia. Para mim, um desses sítios é o Tartine. Não tem vista bonita sobre o Tejo
Aviso já... Não é propriamente o sítio mais barato. Por exemplo, no outro dia fui lá almoçar apenas uma sopa e um risotto de tomate com filetes (que é como quem diz filetes com arroz de tomate) e a conta ficou logo perto dos 15€. No entanto, sempre que lá vou, venho satisfeita. Risottos, massas, bolos e pão, não há nada que alguma vez tenha comido lá que não me tenha tenha ficado na memória gostativa.
O espaço está bem decorado, recorrendo a madeira e iluminação simpática. Pode parecer uma tontice, mas quando vou ao Tartine, sobretudo naquelas tardes de inverno cinzentas, sinto-me num café do centro da Europa.
O sítio não é muito kids friendly. Logo à entrada tem escadas e percebe-se pelo ambiente que ali é espaço de adultos, para apreciar o que se come, a companhia ou o sossego de ler uma revista enquanto se espera.
O Tartine fica na Rua Serpa Pinto, nº 15. Está aberto de segunda a sexta-feira das 8h00 às 20h00 e aos fins-de-semana e feriados das 10h00 às 20h00.
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| Foto: Facebook do Tartine |
quarta-feira, 30 de março de 2016
Escapadela romântica no Ribatejo
Como diz o outro, Portugal não é só Lisboa e por esse país (e mundo) fora há muitos pedacinhos de Paraíso na Terra. Um deles está a uma hora de distância da capital, na Golegã.
Mais conhecida pela muito concorrida Feira do Cavalo, esta vila ribatejana tem outros atractivos. Um deles, para mim, é o Hotel Lusitano.
Nunca fiquei lá alojada mas conheço quem tenha ficado e dizem maravilhas. Eu já fui ao SPA... e que bom que é! Instalações confortáveis e quentinhas, com miminhos para os utentes, ambiente calmo e really, really relax. No dia em que fui fiz apenas o circuito de água - piscina com jactos, jacuzzi, banho turco e sauna - mas eles têm um vasto conjunto de massagens e tratamentos disponíveis. Têm também uma cabine de flutuação com água salgada que fiquei tentada a experimentar mas ainda não tive oportunidade.
O circuito de água custou 25€ por pessoa (atenção que já foi há algum tempo, não sei se aumentou) e estive lá o tempo que quis.
Uma vez na Golegã, não deixem de visitar a Casa-Estúdio Carlos Relvas, um edifício lindo dedicado à fotografia, originalmente concebido por uma mente brilhante do Portugal do século XIX. A recuperação da casa, que já teve dias bem negros, foi da responsabilidade da Câmara e é um exemplo de coisas bem feitas e da importância que as autarquias têm na manutenção do património.
Mais conhecida pela muito concorrida Feira do Cavalo, esta vila ribatejana tem outros atractivos. Um deles, para mim, é o Hotel Lusitano.
Nunca fiquei lá alojada mas conheço quem tenha ficado e dizem maravilhas. Eu já fui ao SPA... e que bom que é! Instalações confortáveis e quentinhas, com miminhos para os utentes, ambiente calmo e really, really relax. No dia em que fui fiz apenas o circuito de água - piscina com jactos, jacuzzi, banho turco e sauna - mas eles têm um vasto conjunto de massagens e tratamentos disponíveis. Têm também uma cabine de flutuação com água salgada que fiquei tentada a experimentar mas ainda não tive oportunidade.
O circuito de água custou 25€ por pessoa (atenção que já foi há algum tempo, não sei se aumentou) e estive lá o tempo que quis.
Uma vez na Golegã, não deixem de visitar a Casa-Estúdio Carlos Relvas, um edifício lindo dedicado à fotografia, originalmente concebido por uma mente brilhante do Portugal do século XIX. A recuperação da casa, que já teve dias bem negros, foi da responsabilidade da Câmara e é um exemplo de coisas bem feitas e da importância que as autarquias têm na manutenção do património.
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| Foto: Site Hotel Lusitano |
terça-feira, 29 de março de 2016
Um spot (mais ou menos) secreto de Lisboa
Um destes dias, quando o frio e a chuva deram tréguas, fomos a um dos nossos sítios de eleição que melhor combina entretenimento para os miúdos e "relax" para os pais: Esplanada da Mata.
Fica dentro do Parque José Gomes Ferreira, perto da entrada para a Avenida Almirante Gago Coutinho (aquela avenida grande que vai dar à Rotunda do Relógio), mesmo junto ao parque infantil. Esse é o segredo da coisa: ficar ao pé do parque infantil :)
Nós já fomos lá várias vezes e resulta melhor numa fase em que eles já são mais crescidos (a partir dos cinco anos). A dinâmica do sítio, para quem tem filhos, é a seguinte: chegar, instalar os filhos no parque infantil, dizer-lhes que os pais estão ali naquela mesa, logo a seguir à porta do parque infantil, ir para a dita mesa, pedir algo para beber e/ou comer e gozar o momento, tendo sempre os filhos debaixo de olho nas brincadeiras.
Vamos aos detalhes. A esplanada é óptima! Fica instalada no meio das árvores, tem mesas onde os bancos são troncos de árvores e almofadas para nos deitarmos. Também tem mesas e cadeiras normais para quem preferir um versão mais comum. A especialidade gastronómica são as tostas. Óptimas e enormes: a XL custa uns 14 euros e dá perfeitamente para dividir entre dois adultos. Outro destaque do sítio é a música. Não está aos altos berros mas está mais alto do que é habitual o que permite, por exemplo, empurrar o baloiço dos miúdos enquanto se dança ao som de Beach Boys e por vezes também tem sessões de música ao vivo :)
O pessoal da esplanada é muito simpático, há livros (para crianças e crescidos), mantinhas para os dias mais frios. É um óptimo sítio também para quem não tem crianças e para quem tem animais (os cães costumam andar por ali tranquilamente).
Nós já fomos lá várias vezes e resulta melhor numa fase em que eles já são mais crescidos (a partir dos cinco anos). A dinâmica do sítio, para quem tem filhos, é a seguinte: chegar, instalar os filhos no parque infantil, dizer-lhes que os pais estão ali naquela mesa, logo a seguir à porta do parque infantil, ir para a dita mesa, pedir algo para beber e/ou comer e gozar o momento, tendo sempre os filhos debaixo de olho nas brincadeiras.
Vamos aos detalhes. A esplanada é óptima! Fica instalada no meio das árvores, tem mesas onde os bancos são troncos de árvores e almofadas para nos deitarmos. Também tem mesas e cadeiras normais para quem preferir um versão mais comum. A especialidade gastronómica são as tostas. Óptimas e enormes: a XL custa uns 14 euros e dá perfeitamente para dividir entre dois adultos. Outro destaque do sítio é a música. Não está aos altos berros mas está mais alto do que é habitual o que permite, por exemplo, empurrar o baloiço dos miúdos enquanto se dança ao som de Beach Boys e por vezes também tem sessões de música ao vivo :)
O pessoal da esplanada é muito simpático, há livros (para crianças e crescidos), mantinhas para os dias mais frios. É um óptimo sítio também para quem não tem crianças e para quem tem animais (os cães costumam andar por ali tranquilamente).
A Esplanada da Mata, já escrevi, fica no Parque José Gomes Ferreira, na Avenida Almirante Gago Coutinho e está aberta de segunda a sexta-feira das 12h00 às 22h00 e aos sábados e domingos das 10h00 às 22h00.
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| Foto: Facebook Esplanada da Mata |
segunda-feira, 28 de março de 2016
Comer o melhor possível, a pensar na nossa saúde
Há uns anos eu não ligava muito à qualidade alimentar. Achava que qualquer coisa que estivesse à venda nos locais habituais teria qualidade q.b. Hoje (já) sei que não é assim e, sobretudo desde que fui mãe, preocupo-me com o que comemos.
Sem grandes fundamentalismos, pois não é possível controlar tudo. Só se fosse rica para comprar TUDO 100% biológico ou se tivesse a minha quinta para criar as minhas vacas e as minhas galinhas, um "aquário" para os meus robalos, douradas e salmões e a minha horta para cultivar os meus legumes e hectares de terreno para as minhas árvores de fruto...Yeahhh, right... dream on!
Bom... escrevia eu... A minha cunhada Z. um dia desafiou-nos para irmos passar o dia à Herdade do Freixo do Meio, em Montemor-o-Novo. Descobri nessa altura que têm uma loja no Mercado da Ribeira. Desde então procuro, sempre que possível, comprar lá a carne. É mais cara, sim, mas tenho confiança no que compro. E faz toda a diferença no paladar! :)
A Herdade do Freixo do Meio tem dezenas de produtos - carne, legumes, fruta, chás, temperos, pão, comida já confeccionada, comida congelada. É um mundo a descobrir.
Mas a Herdade do Freixo do Meio é um pedacinho de Paraíso na Terra também por outras razões. Por motivos profissionais do marido, conheci o dono da herdade. Alfredo Cunhal Sendim é uma figura inspiradora. Acredita num meio de produção agrícola amigo do ambiente, mesmo que corte nos lucros, e tem uma visão responsavelmente humana e social do que é ser patrão e proprietário. Houvesse mais Alfredos e o mundo seria (ainda) melhor.
A Herdade do Freixo do Meio pode ser visitada a qualquer altura mas destaco este evento que é maravilhoso. Todos os anos, em Abril, realiza-se o Encontro da Primavera. Este ano será a 24 de Abril. Abrem-se os portões da quinta e é sonhar por um mundo verde.
A loja do Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré (Lisboa) está aberta de terça a sábado, entre as 10h00 e as 20h00, sem fecho na hora de almoço.
Sem grandes fundamentalismos, pois não é possível controlar tudo. Só se fosse rica para comprar TUDO 100% biológico ou se tivesse a minha quinta para criar as minhas vacas e as minhas galinhas, um "aquário" para os meus robalos, douradas e salmões e a minha horta para cultivar os meus legumes e hectares de terreno para as minhas árvores de fruto...Yeahhh, right... dream on!
Bom... escrevia eu... A minha cunhada Z. um dia desafiou-nos para irmos passar o dia à Herdade do Freixo do Meio, em Montemor-o-Novo. Descobri nessa altura que têm uma loja no Mercado da Ribeira. Desde então procuro, sempre que possível, comprar lá a carne. É mais cara, sim, mas tenho confiança no que compro. E faz toda a diferença no paladar! :)
A Herdade do Freixo do Meio tem dezenas de produtos - carne, legumes, fruta, chás, temperos, pão, comida já confeccionada, comida congelada. É um mundo a descobrir.
Mas a Herdade do Freixo do Meio é um pedacinho de Paraíso na Terra também por outras razões. Por motivos profissionais do marido, conheci o dono da herdade. Alfredo Cunhal Sendim é uma figura inspiradora. Acredita num meio de produção agrícola amigo do ambiente, mesmo que corte nos lucros, e tem uma visão responsavelmente humana e social do que é ser patrão e proprietário. Houvesse mais Alfredos e o mundo seria (ainda) melhor.
A Herdade do Freixo do Meio pode ser visitada a qualquer altura mas destaco este evento que é maravilhoso. Todos os anos, em Abril, realiza-se o Encontro da Primavera. Este ano será a 24 de Abril. Abrem-se os portões da quinta e é sonhar por um mundo verde.
A loja do Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré (Lisboa) está aberta de terça a sábado, entre as 10h00 e as 20h00, sem fecho na hora de almoço.
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| Foto: Facebook da Herdade do Freixo do Meio |
quinta-feira, 24 de março de 2016
Hambúrgueres e carne barrosã... um casamento feliz!
Descobri a Hamburgueria Barrrosã por mero acaso, um dia que estacionei o carro para aquelas bandas. O meu marido é fã de carne barrosã e gostamos os dois de hambúrgueres. Pareceu-me imediatamente que seria um sítio a explorar. À primeira oportunidade lá fomos e ficámos clientes :)
O restaurante, no Bairro de Alvadalem não é grande, mas está muito bem decorado, com madeira e generoso na luz (natural e artificial). Tudo tem graça neste restaurante: a qualidade da comida, a apresentação dos pratos, a loiça que usam, o serviço.
O menú não é extenso, Como é de prever, é composto sobretudo por hambúrgueres em diversas variantes, tudo a atirar para o gourmet e óptimo. Os acompanhamentos também são bem simpáticos e originais - por exemplo, batatas fritas mistas (bata branca, batata doce e beterraba).
Quem não aprecia carne, tem uma ou outra alternativa. Nunca comi mas quase que aposto que não desiludem.
Os preços são aceitáveis. Numa outra ocasião que fui lá com um grupo de amigas, a conta, dividida por todas, ficou na ordem dos 20/25€ por pessoa (com entrada, vinho de qualidade e sobremesa).
A Hamburgueria Barrosã fica na Rua Luis Augusto Palmeirim, n 11D, e está aberta de terça a Domingo das 12h00 às 24h00.
PS: nunca fui lá com os miúdos. Acredito que as crianças sejam bem-vindas, mas eu acho que é um tipo de restaurante que não combina com gaiatos.
O restaurante, no Bairro de Alvadalem não é grande, mas está muito bem decorado, com madeira e generoso na luz (natural e artificial). Tudo tem graça neste restaurante: a qualidade da comida, a apresentação dos pratos, a loiça que usam, o serviço.
O menú não é extenso, Como é de prever, é composto sobretudo por hambúrgueres em diversas variantes, tudo a atirar para o gourmet e óptimo. Os acompanhamentos também são bem simpáticos e originais - por exemplo, batatas fritas mistas (bata branca, batata doce e beterraba).
Quem não aprecia carne, tem uma ou outra alternativa. Nunca comi mas quase que aposto que não desiludem.
Os preços são aceitáveis. Numa outra ocasião que fui lá com um grupo de amigas, a conta, dividida por todas, ficou na ordem dos 20/25€ por pessoa (com entrada, vinho de qualidade e sobremesa).
A Hamburgueria Barrosã fica na Rua Luis Augusto Palmeirim, n 11D, e está aberta de terça a Domingo das 12h00 às 24h00.
PS: nunca fui lá com os miúdos. Acredito que as crianças sejam bem-vindas, mas eu acho que é um tipo de restaurante que não combina com gaiatos.
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| Foto: Facebook da Hamurgueria Barrosã |
quarta-feira, 23 de março de 2016
Electricidade grátis e boa para os dias de chuva
Como parece que ainda não é por estes dias que a primavera chega em pleno, partilho hoje um dos meus sítios favoritos para fugir com os miúdos quando está tempo de chuva: o Museu da Electricidade!
O Museu da Electricidade dá para quase todas as idades. Quando já são mais crescidos podem aprender o que é a electricidade, como é que "nasce" a electricidade e até dá para fazer uma viagem no tempo até uma Lisboa de outras eras, alimentada a "electricidade de carvão". Quando ainda são demasiados pequenos para conseguirem estar tanto tempo atentos há uma parte muito gira, cheia de jogos interactivos que sempre vão deixando qualquer coisa naquelas cabecinhas sobre esse fenónemo diário que acontece nas nossas casa: termos luz!
O Museu da Electricidade tem entrada gratuita sempre, o que, além da vantagem óbvia de não se pagar o bilhete, dá-me a liberdade de ir lá sempre que quiser, pois se os miúdos não estiverem para ai virados, pura e simplesmente vamos embora sem lamentar os euros gastos na bilheteira.
Outra coisa õptima no Museu da Electricidade é a localização, mesmo ali à beira-rio. Só o passeio na zona já é um programa muito bom de se fazer.
O Museu da Electricidade fica na Av. de Brasília, Central Tejo e está aberto de terça a domingo, das 10h00 às 18h00.
O Museu da Electricidade dá para quase todas as idades. Quando já são mais crescidos podem aprender o que é a electricidade, como é que "nasce" a electricidade e até dá para fazer uma viagem no tempo até uma Lisboa de outras eras, alimentada a "electricidade de carvão". Quando ainda são demasiados pequenos para conseguirem estar tanto tempo atentos há uma parte muito gira, cheia de jogos interactivos que sempre vão deixando qualquer coisa naquelas cabecinhas sobre esse fenónemo diário que acontece nas nossas casa: termos luz!
O Museu da Electricidade tem entrada gratuita sempre, o que, além da vantagem óbvia de não se pagar o bilhete, dá-me a liberdade de ir lá sempre que quiser, pois se os miúdos não estiverem para ai virados, pura e simplesmente vamos embora sem lamentar os euros gastos na bilheteira.
Outra coisa õptima no Museu da Electricidade é a localização, mesmo ali à beira-rio. Só o passeio na zona já é um programa muito bom de se fazer.
O Museu da Electricidade fica na Av. de Brasília, Central Tejo e está aberto de terça a domingo, das 10h00 às 18h00.
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| Foto: Wikimedia |
terça-feira, 22 de março de 2016
Jardim à beira-mar plantado
Quem me conhece, ao vivo e a cores, sabe que sou daquelas defensoras de Portugal. E em dias como hoje, quando acordamos sacudidos com as notícias de explosões em Bruxelas, é mais um dia em que dou graças pelo país em que vivo.
Sim, não é perfeito, sim, tem milhares de coisas em que os portugueses podiam funcionar mil vezes melhor... mas olhemos para tudo, avalie-se o que temos... e só penso dizer "obrigada".
Sim, não é perfeito, sim, tem milhares de coisas em que os portugueses podiam funcionar mil vezes melhor... mas olhemos para tudo, avalie-se o que temos... e só penso dizer "obrigada".
segunda-feira, 21 de março de 2016
Ir para a "night" com os miúdos
Em Dezembro, eu e o marido conseguimos levar os miúdos para a "night"... e soube tão bem! Era o meu aniversário e queríamos ir jantar fora com algum sossego mas não queriamos deixar os miúdos de fora da ocasião. Jantar sossegado e com miúdos parece impossível, mas o milagre aconteceu, graças à Pizzaria Luzzo!
Estacionado o carro (essa tarefa sempre difícil para os lados da Rua de Santa Marta), seguimos os quatro para o restaurante. A nossa mesa era no interior mas pedimos para ficar junto ao espaço infantil e esse foi o segredo do sucesso.
Passada a porta de entrada e a sala interior (muito bem decorada), o restaurante tem mesas também no pátio, junto ao qual existe este espaço a pensar nos mais novos. Feito o pedido e durante o tempo de espera, os miúdos andaram para trás e para diante a trazer e levar brinquedos, inventando uma brincadeira. Tranquilos, sem corridas, entretidos e bem dispostos. Os adultos beberam um mojito e esperamos pelas pizzas!
As pizzas são muito boas e fizeram as delícias do quarteto. Depois de jantados, os miúdos continuaram na brincadeira e nós prolongámos aquele tempinho a dois. O serão ainda não ia longo mas os pequenos foram ficando cansados (um deles adormeceu no meu colo) e foi tempo de pôr ponto final na "night"... curta mas muito boa!
Os preços não vos sei dizer, pois foi o marido a pagar a conta :). Mas são preços médios, nada de exorbitante.
A pizzaria Luzzo fica na Rua de Santa Marta, n.º 37 e 37 A, em Lisboa. Está aberta entre as 12h00 e as 15h00 e depois entre as 19h30 – 23h00.
Estacionado o carro (essa tarefa sempre difícil para os lados da Rua de Santa Marta), seguimos os quatro para o restaurante. A nossa mesa era no interior mas pedimos para ficar junto ao espaço infantil e esse foi o segredo do sucesso.
Passada a porta de entrada e a sala interior (muito bem decorada), o restaurante tem mesas também no pátio, junto ao qual existe este espaço a pensar nos mais novos. Feito o pedido e durante o tempo de espera, os miúdos andaram para trás e para diante a trazer e levar brinquedos, inventando uma brincadeira. Tranquilos, sem corridas, entretidos e bem dispostos. Os adultos beberam um mojito e esperamos pelas pizzas!
As pizzas são muito boas e fizeram as delícias do quarteto. Depois de jantados, os miúdos continuaram na brincadeira e nós prolongámos aquele tempinho a dois. O serão ainda não ia longo mas os pequenos foram ficando cansados (um deles adormeceu no meu colo) e foi tempo de pôr ponto final na "night"... curta mas muito boa!
Os preços não vos sei dizer, pois foi o marido a pagar a conta :). Mas são preços médios, nada de exorbitante.
A pizzaria Luzzo fica na Rua de Santa Marta, n.º 37 e 37 A, em Lisboa. Está aberta entre as 12h00 e as 15h00 e depois entre as 19h30 – 23h00.
sexta-feira, 18 de março de 2016
Horta da Quintã
Com o aproximar da Páscoa (e do tão desejado tempo quente) há cada vez mais quem pense numas escapadelas de fim-de-semana. A pensar nesses momentos tão sonhados, venho deixar uma sugestão.
Antes de mais, declaração de interesse: o local de que vou falar é de uns familiares do meu marido. Ainda assim, consigo ter uma visão imparcial do sítio e do serviço que é prestado.
A Horta da Quintã é um turismo rural perto de Mértola, profundo Baixo Alentejo, ali já quase paredes meias com "nuestros hermanos". A vila, com o seu castelo lá no alto, é encantadora e a paisagem alentejana compõe o resto do cenário.
O São e a Zé (os donos da Horta da Quintã) têm uma linda casa, pensada para, um dia, acolher turistas. Esse dia chegou há cerca de um ano. Têm três suites, muito bem decoradas e com espaço para camas extra, em caso de companhia infantil. Cada noite ronda os 75€, preço que inclui um maravilhoso pequeno almoço caseiro. Como diz a minha sogra, a São é daquelas pessoas que faz tudo bem e com graça, aparentemente com uma perna às costas.
A São e o Zé acolhem os turistas como se fossem parte da família. É mesmo assim. Eu, o meu marido e os nossos filhos, numa noite de verão que passámos lá em casa, estivemos em alegre convívio com um casal que ali estava alojado.
A casa tem uma piscina maravilhosa, um jacuzzi delicioso e ginásio. É perfeito para uma escapadela a dois ou para levar as crianças a respirar ar puro e contactar com os animais.
Tem um senão... Saí-se de lá a pensar como seria bom viver no campo e a sonhar como seria agradável transformar o nosso dia-a-dia numa longa escapadela.
A morada é:
Quinta Horta Grande
1075 Quintã Além Rio
7750-386 Mértola
Antes de mais, declaração de interesse: o local de que vou falar é de uns familiares do meu marido. Ainda assim, consigo ter uma visão imparcial do sítio e do serviço que é prestado.
A Horta da Quintã é um turismo rural perto de Mértola, profundo Baixo Alentejo, ali já quase paredes meias com "nuestros hermanos". A vila, com o seu castelo lá no alto, é encantadora e a paisagem alentejana compõe o resto do cenário.
O São e a Zé (os donos da Horta da Quintã) têm uma linda casa, pensada para, um dia, acolher turistas. Esse dia chegou há cerca de um ano. Têm três suites, muito bem decoradas e com espaço para camas extra, em caso de companhia infantil. Cada noite ronda os 75€, preço que inclui um maravilhoso pequeno almoço caseiro. Como diz a minha sogra, a São é daquelas pessoas que faz tudo bem e com graça, aparentemente com uma perna às costas.
A São e o Zé acolhem os turistas como se fossem parte da família. É mesmo assim. Eu, o meu marido e os nossos filhos, numa noite de verão que passámos lá em casa, estivemos em alegre convívio com um casal que ali estava alojado.
A casa tem uma piscina maravilhosa, um jacuzzi delicioso e ginásio. É perfeito para uma escapadela a dois ou para levar as crianças a respirar ar puro e contactar com os animais.
Tem um senão... Saí-se de lá a pensar como seria bom viver no campo e a sonhar como seria agradável transformar o nosso dia-a-dia numa longa escapadela.
A morada é:
Quinta Horta Grande
1075 Quintã Além Rio
7750-386 Mértola
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| Foto: Horta da Quintâ |
quinta-feira, 17 de março de 2016
Uma quinta dentro da cidade
É um dos locais habituais para as famílias com filhos pequenos em Lisboa. Voltámos lá este fim-de-semana. Dá gosto ver!
A Quinta Pedagógica dos Olivais é um espaço da Câmara Municipal de Lisboa e está muito bem arranjado. Tem ovelhas, cavalos, porcos, galinhas, coelhos. Tem zona de árvores de fruto e horta.
À entrada tem um quiosque ao lado de um relvado perfeito para tomar almoçar, lanchar ou tomar um café enquanto os meninos brincam perto de nós.
E há uma árvore das chuchas para ajudar os pais quando chega essa por vezes difícil fase de convencer os nossos meninos a largarem as chucas.
Há relvado para poder esticar uma toalha e ficar na conversa.
Tudo num sítio que (também) é pago pelos nossos impostos. :)
A Quinta Pedagógica dos Olivais fica na Rua Cidade do Lobito.
O horário de Inverno (de Outubro a Abril) é de terça a sexta-feira das 9h00 às 17h30 e aos Sábados, Domingos e feriados das 10h00 às 17h30. O horário de Verão (de Maio a Setembro) é de terça a sexta-feira das 9h00 às 19h00 e aos Sábados, Domingos e feriados das 10h00 às 19h00.
A Quinta Pedagógica dos Olivais é um espaço da Câmara Municipal de Lisboa e está muito bem arranjado. Tem ovelhas, cavalos, porcos, galinhas, coelhos. Tem zona de árvores de fruto e horta.
À entrada tem um quiosque ao lado de um relvado perfeito para tomar almoçar, lanchar ou tomar um café enquanto os meninos brincam perto de nós.
E há uma árvore das chuchas para ajudar os pais quando chega essa por vezes difícil fase de convencer os nossos meninos a largarem as chucas.
Há relvado para poder esticar uma toalha e ficar na conversa.
Tudo num sítio que (também) é pago pelos nossos impostos. :)
A Quinta Pedagógica dos Olivais fica na Rua Cidade do Lobito.
O horário de Inverno (de Outubro a Abril) é de terça a sexta-feira das 9h00 às 17h30 e aos Sábados, Domingos e feriados das 10h00 às 17h30. O horário de Verão (de Maio a Setembro) é de terça a sexta-feira das 9h00 às 19h00 e aos Sábados, Domingos e feriados das 10h00 às 19h00.
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| Foto: Quinta Pedagógica dos Olivais |
quarta-feira, 16 de março de 2016
Luz Ideal
No outro dia fui com a mãe de um menino da sala do meu filho a um belo café ali para os lados de Benfica. Chama-se "A Luz Ideal"! Gostei tanto que no dia seguinte voltei lá com a minha mãe.
Comida óptima e preços bem simpáticos. Um espaço acolhedor e original onde apetece que o tempo páre e se possa desfrutar de uma boa conversa.
Na minha estreia n' "A Luz Ideal" bebi um galão e comi um scone com manteiga (óptimo embora se esfarele um pouco e seja difícil espalhar a manteiga). Na segunda volta, repeti o galão, mimosamente acompanhado com uma bolacha em forma de coração, mas agora optei por uma belíssima torrada em pão de forma alentejano. Depois, partilhei uma das especialidades da casa - o crumble de pêra! Delicioso :)
A dona - Teresa - é muito simpática e disponível. É ela quem cozinha quase tudo.
N' "A Luz Ideal" servem-se almoços de segunda a sexta-feira (não os experimentei mas os preços são simpáticos - o menu mais caro com sopa, prato e sobremesa é 6,30€). Fiquei ainda com vontade de fazer uma surpresa ao marido e um dia encomendar uma cesta de pic nic (para dois adultos 25€) para desfrutar no Parque Bensaúde ali ao pé.
Um (grande) senão é a dificuldade em estacionar, mas com alguma insistência consegue-se e vale bem a pena.
Nestas duas vezes que fui "A Luz Ideal" não levei as crianças, mas percebi que seriam bem-vindas. Há canetas para pintar, jogos e livros disponíveis para os mais novos.
"A Luz Ideal" fica na Rua General Schiappa Monteiro 2A (esquina com a Estrada da Luz). Está aberto de Segunda a Sexta entre as 9h30 e as 20h00 e ao Sábado entre as 9h30 e as 14h30.
Comida óptima e preços bem simpáticos. Um espaço acolhedor e original onde apetece que o tempo páre e se possa desfrutar de uma boa conversa.
Na minha estreia n' "A Luz Ideal" bebi um galão e comi um scone com manteiga (óptimo embora se esfarele um pouco e seja difícil espalhar a manteiga). Na segunda volta, repeti o galão, mimosamente acompanhado com uma bolacha em forma de coração, mas agora optei por uma belíssima torrada em pão de forma alentejano. Depois, partilhei uma das especialidades da casa - o crumble de pêra! Delicioso :)
A dona - Teresa - é muito simpática e disponível. É ela quem cozinha quase tudo.
N' "A Luz Ideal" servem-se almoços de segunda a sexta-feira (não os experimentei mas os preços são simpáticos - o menu mais caro com sopa, prato e sobremesa é 6,30€). Fiquei ainda com vontade de fazer uma surpresa ao marido e um dia encomendar uma cesta de pic nic (para dois adultos 25€) para desfrutar no Parque Bensaúde ali ao pé.
Um (grande) senão é a dificuldade em estacionar, mas com alguma insistência consegue-se e vale bem a pena.
Nestas duas vezes que fui "A Luz Ideal" não levei as crianças, mas percebi que seriam bem-vindas. Há canetas para pintar, jogos e livros disponíveis para os mais novos.
"A Luz Ideal" fica na Rua General Schiappa Monteiro 2A (esquina com a Estrada da Luz). Está aberto de Segunda a Sexta entre as 9h30 e as 20h00 e ao Sábado entre as 9h30 e as 14h30.
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| Foto: A Luz Ideal |
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